Mundial de Skate acontece em São Paulo, de 1º a 8 de março; evento reúne 400 skatistas de diferentes países
Após sete anos, o Brasil volta ao centro do cenário internacional do skate com a realização de um Campeonato Mundial oficial da World Skate. Mas, desta vez, o protagonismo vai além das pistas: São Paulo reafirma sua posição como capital global da modalidade graças a uma política consistente de incentivo ao esporte conduzida pela gestão do prefeito Ricardo Nunes.
O evento reúne os principais atletas das categorias olímpicas Street e Park em um momento estratégico do ciclo rumo aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Com impacto direto no ranking internacional, a competição ajuda a definir o cenário da próxima Olimpíada — e coloca a cidade no centro das atenções do mundo esportivo.
A competição acontece no Parque Cândido Portinari, na avenida Queiroz Filho, 1.365, no Parque Villas-Lobos, de 1º a 8 de março. O Mundial reúne 400 skatistas. A delegação brasileira é composta por 34 atletas. No Street, participam nomes como Pâmela Rosa, Gabi Mazetto, Giovanni Vianna, Kelvin Hoefler e Felipe Gustavo. No Park, o país é representado por Augusto Akio, Pedro Barros, Luigi Cini, Raicca Ventura e Isadora Pacheco.
“O skate é mais do que um esporte olímpico, é uma ferramenta de inclusão, cidadania e transformação social. Ao entregarmos novas pistas em diferentes regiões da cidade, estamos ampliando oportunidades para a nossa juventude, fortalecendo a cultura urbana e consolidando São Paulo como a capital brasileira do skate. Investir nesses espaços é investir em talento, saúde e futuro”, comentou o prefeito Ricardo Nunes.
A realização do Mundial em São Paulo não acontece por acaso. Nos últimos anos, a administração municipal ampliou investimentos em infraestrutura esportiva, revitalizou pistas públicas, fortaleceu calendários de competições e apoiou projetos de base que ampliam o acesso da juventude ao skate nas periferias. O resultado é uma cidade preparada para receber grandes eventos e, ao mesmo tempo, fomentar novos talentos.
Outro marco importante é a realização da primeira Copa do Mundo de Paraskate dentro da programação, reforçando o compromisso com inclusão e acessibilidade. A iniciativa dialoga com políticas públicas que enxergam o esporte como ferramenta de transformação social e oportunidade.
Modalidade olímpica desde Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, o skate foi um dos esportes mais acompanhados pelo público jovem nas últimas edições dos Jogos e consolidou seu espaço no alto rendimento. Em São Paulo, porém, ele vai além da competição: é cultura urbana, identidade e perspectiva de futuro para milhares de jovens.
Com planejamento, estrutura e incentivo, a capital paulista se firma como epicentro global do skate — unindo alto rendimento, inclusão e políticas públicas que fortalecem o esporte olímpico no Brasil.
O acesso ao evento ocorre via plataforma Zig Tickets. A entrada é gratuita para as eliminatórias e quartas de final (4 a 6 de março), com limite de horário para entrada e sujeita à lotação. Para as semifinais e finais (7 e 8 de março), os ingressos são pagos.
DA REDAÇÃO – UNIVERSO ESPORTIVO
Imagem: Instagram do evento
